Fundação Champalimaud acolhe durante esta semana uma cimeira internacional sobre demências. Em foco estão os aspectos de saúde, sociais e científicos da doença.
Alzheimer
A cada três segundos há uma pessoa no mundo com diagnóstico de demência, um problema que atinge 50 milhões de pessoas e que se estima que quase triplique em 2050
Um estudo que envolveu 4.500 indivíduos conclui que os que consumiam mais de 13,7 g de sal por dia tiveram quase dobraram o risco de desenvolver insuficiência cardíaca (IC), independentemente de outros fatores de risco, em comparação com aqueles que consumiram menos de 6,8 g por dia.
O mês de setembro será de sensibilização para a distonia, uma iniciativa da Associação Europeia de Distonia. A doença degenerativa é subdiagnosticada em Portugal. Quando não é tratada rapidamente, tem impacto na qualidade de vida dos doentes, provocando movimentos involuntários lentos e repetitivos nos músculos, muitas vezes incapacitantes.
A conferência internacional “Alzheimer’s Global Summit” reúne esta semana em Lisboa mais de 80 peritos mundial para debaterem a doença de Alzheimer e as demências de forma global. Estas patologias afetam cerca de 50 milhões de pessoas no mundo.
Uma melhor compreensão do que é a doença e como pode ser prevenida e tratada poderá ajudar a reduzir o estigma que lhe está associado.
Foi o tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para as comemorações do Dia Mundial da Saúde 2017, a 7 de Abril, com o slogan “Depressão.
A forma como a comunicação social escreve e noticia um suicídio pode contribuir positivamente para a saúde pública, no sentido de promover aprendizagens preventivas deste ato, foi a mensagem deixada, esta manhã, no 'workshop' 'Efeito Papageno: a importância do papel do jornalista na prevenção do suicídio'.
São mais os que morrem do que os que nascem.